quarta-feira, 8 de março de 2017

3 atitudes inconscientes que podem destruir a autoestima de seus filhos

1. Dizer “É fácil”

Quando seus filhos estão se esforçando com uma tarefa, pode parecer fácil para você, no entanto, não é necessariamente fácil para eles. Quando você diz: “Isso é fácil, você pode fazê-lo.” Você está tentando motivar e incentivá-los, no entanto, faz com que os seus filhos pensem: “Algo deve estar errado comigo, porque não é fácil para mim, portanto, devo ser burro.” Isso faz diminuir sua autoestima e a se sentirem desencorajados, querendo desistir.
Em vez disso diga-lhes: “Isso pode ser difícil ou isso é difícil.” Então, se os seus filhos completarem a tarefa, eles dirão a si mesmos: “Eu fiz algo difícil.” Se eles não se sentirem assim, pelo menos saberão que foi difícil começar. Essa abordagem ajuda a incentivar as crianças e aumenta o seu sentimento de autoestima.

2. Fazer por eles

Seus filhos querem fazer suas tarefas por conta própria. Isso lhes dá uma grande sensação de realização e os ajuda a se sentirem bem consigo mesmos. Você pode sentir que é uma maneira de mostrar amor fazendo coisas para os seus filhos. Isso lhes rouba a oportunidade de aprender habilidades para a vida e a satisfação de se sentirem independentes. E envia aos seus filhos a mensagem oculta, “Você não é capaz.”
Em vez de fazer as coisas para os seus filhos, fracione a tarefa em tarefas menores mais apropriadas a eles. Isto lhes dá a oportunidade de sentir a satisfação pessoal de completá-la por conta própria. Sua autoestima vai subir.

3. Surtar quando cometem erros

Os erros são parte da vida – todos nós erramos. Você pode sentir que precisa salvar seus filhos de cometer erros ou ajudá-los a evitar cometê-los. Isso não irá ajudá-los – mas, prejudicá-los para a vida.
Seus filhos vão cometer erros e sua atitude quanto a isso ajudará seus filhos a aprenderem e crescerem com o erro ou ensinar-lhes que os erros são ruins. Os erros são dolorosos, mas podem trazer grande crescimento se manuseados de forma saudável. Não roube de seus filhos a oportunidade de crescer com as situações, admitir que estejam errados, corrigirem o problema, e se sentirem bem sobre si mesmos.
Em vez de surtar quando seus filhos cometem um erro, ensine-os buscar soluções e serem responsáveis por suas ações. Isso promove uma visão saudável dos erros e permite a seus filhos se sentirem bem sobre quem eles são.
Muitos pais não percebem que essas três ações diminuem a autoestima de seus filhos. Se algumas dessas ideias são novidades para você – tenha bom ânimo, porque ler e aprender mostram que você está interessado em melhorar como um pai ou mãe e fazendo o melhor que pode.
http://www.contioutra.com/3-atitudes-inconscientes-que-podem-destruir-autoestima-de-seus-filhos-esteja-alerta/

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

https://www.facebook.com/HarmoniaPsi/

O nosso trabalho está comprometido com a restauração de seu equilíbrio emocional e psicológico.

sábado, 4 de junho de 2016

AUTISMO


É fundamental identificar o autismo logo na infância. O autismo é um transtorno que pode acontecer mais em meninos que em meninas.
As habilidades de uma criança autista podem ser altas ou baixas, dependendo tanto do nível de coeficiente intelectual, como da capacidade de comunicação verbal.

Geralmente não presta atenção ou escuta comandos, parece não ouvi. Não gosta de contato físico, beijos e abraços prolongados.

Uma criança autista tem um “olhar que não olha”, mas que traspassa. No lactante, pode-se observar um balbuceio monótono do som, balbuceio tardio, e uma falta de contato com seu ambiente, assim como de uma linguagem gestual. Não segue a mãe e pode distrair-se com um objeto sem saber para que serve.

Na etapa pré-escolar não fala ou se comunica pouco. Custa-lhe a identificar aos demais. Podem apresentar condutas agressivas inclusive consigo mesma. Outra característica do autismo é a tendência a realizar atividades de maneira repetitiva. A criança autista pode dar voltas como um pião, fazer movimentos rítmicos com seu corpo tal como agitar os braços.

Os autistas com alto nível funcional podem repetir os comerciais de televisão ou realizar rituais complexos na rotina. Na adolescência, fala-se que 1/3 dos autistas podem sofrer ataques epiléticos o qual se faz pensar em uma causa nervosa.

Sinais que podem indicar autismo infantil:

1- Acentuada falta de reconhecimento da existência ou dos sentimentos dos demais.
2- Ausência de busca de consolo em momentos de aflição.
3- Ausência de capacidade de imitação.
4- Ausência de relação social.
5- Ausência de vias de comunicação adequadas.
6- Anormalidade na comunicação não verbal.
7- Ausência de atividade imaginativa, como brincar de ser adulto.
8- Marcada anomalia na emissão da linguagem com afetação.
9- Anomalia na forma e conteúdo da linguagem.
10- Movimentos corporais estereotipados.
11- Preocupação persistente por parte de objetos.
12- Intensa aflição em aspectos insignificantes do ambiente.
13- Insistência irracional em seguir rotinas com todos seus detalhes.
14- Limitação marcada de interesses, com concentração em um interesse particular.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Palestra UNIGRANRIO


Palestra sobre a importância das histórias como ferramenta psicopedagógica
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1035021723240054&set=rpd.100001967084345&type=3&theater



sábado, 21 de maio de 2016

A importância da Contação de Histórias


Através de uma divertida contação de histórias pode-se desenvolver o cognitivo, o emocional e o relacional. As histórias podem levar as crianças a desenvolverem seu imaginário assim como suas habilidades, trabalhando com o aguçar das habilidades já existentes e no desenvolvimento de novas, o que trará muitas construções novas e uma leitura de mundo mais ampliada e significativa.

Colégio Salesiano São João Del Rei

domingo, 25 de maio de 2014

Aprender

Aprender não é acumular certezas Nem estar fechado em respostas Aprender é incorporar a dúvida E estar aberto a múltiplos encontros Aprender não é dar por consumada uma busca Aprender não é ter aprendido Aprender não é nunca um verbo do passado Aprender não é um ato findo Aprender é um exercício constante de renovação Aprender é sentir-se humildemente sabedor de seus limites, mas com a coragem de não recuar diante dos desafios Aprender é debruçar-se com curiosidade sobre a realidade É reinventá-la com soltura dentro de si Aprender é conceder lugar a tudo e a todos E recriar o próprio espaço Aprender é reconhecer em si e nos outros o direito de ser dentro de inevitáveis repetições porque aprender é caminhar com seus pés um caminho já traçado É descobrir de repente uma pequena flor inesperada é aprender também novos rumos onde parecia morrer a esperança Aprender é construir e reconstruir pacientemente Uma obra que não será definitiva porque o humano é transitório Aprender não é conquistar nem apoderar-se mas peregrinar Aprender é estar sempre caminhando, não é reter mas comungar. Tem que ser um ato de amor para não ser um ato vazio. Paulo Freire

sexta-feira, 2 de maio de 2014

quarta-feira, 30 de abril de 2014

sexta-feira, 28 de março de 2014

O mal estar da aceleração na sociedade atual

Atualmente, estou desenvolvendo a dissertação de mestrado em Letras e Ciências, aglutinando neste estudo o campo da psicologia, da literatura e as novas construções que envolvem a criança a viver o mal estar da aceleração. Com a globalização e o rápido avanço da tecnologia, apresentamos hoje, como uma sociedade que cria constantemente novas necessidades, que ainda não haviam sido experimentadas, e que antes não figuravam dentro do que acharíamos indispensável. Este embriaguez de velocidade, cria abusos e distorções e desde a infância, dando origem  a uma dependência da qual não conseguimos nos desassociar. Estamos sempre exigindo e buscando essa sensações (experiências) mais contínuas em maior intensidade e frequência, mas ainda assim permanecendo insatisfeitos. 
Nossa civilização atual privilegia a capacidade de agir em busca de novas necessidades, que por sua vez estão em movimento incessante, gerando um estado de insatisfação permanente. 
Vivemos assim uma era de amigos virtuais, seres egoístas e individualistas, onde não há compromissos profundos, para que desta forma não nos seja difícil “abandonar” o que nos “atrapalha” e buscar o novo. Um processo contínuo, incessante e frenético de obter algo, para logo partir em busca de algo novo, em uma tentativa vã de preencher um espaço que a cada dia parece mais vazio. 

terça-feira, 25 de março de 2014

CRIANÇA COM LIMITES, ADULTO FELIZ!

Tem sido muito comum o número de famílias que apresentam dificuldades em conduzir a educação dos filhos e até mesmo de lidar com comportamentos difíceis relacionados à agressividade e rebeldia. Um reflexo disso tem sido a freqüência com que recebemos nos consultórios, pais com angústias evidentes apresentando discursos, como: “Não sei mais o que fazer!”, “Acho que meu filho tem algum transtorno!”, “Não é melhor dar um remedinho para ver se ele se acalma?”... E neste momento é de vital importância que sejamos prudentes como profissionais da saúde, fazendo uma avaliação cautelosa para não ficarmos impregnados pelo discurso apresentado por esses pais e patologizarmos o que simplesmente pode ser o que chamamos pelo senso comum como falta de limites.
Talvez para esses pais que realmente têm dificuldade em assumir seus “poderes”, nomear comportamentos inadequados como “transtorno”, seja uma forma consciente ou inconsciente de eximir-se de suas responsabilidades.
Educar um filho sempre foi um desafio, pois requer dos pais não apenas palavras e conselhos, mas também exemplos práticos de vida no dia a dia, pois como você pode exigir que seu filho se comporte de uma determinada maneira, se você que é o modelo age de forma contrária?
Educar requer tempo e afinco, porém atualmente parece que os pais não têm essa disponibilidade, uma vez que os casais costumam trabalhar o dia todo e delegam toda a responsabilidade a outros cuidadores, como creches, babás, tios e avós.
A falta de limites tem conseqüências negativas para a criança e para o seu desenvolvimento. Colocar limites não significa ser autoritário, mas sim ter autoridade. Pais permissivos simplesmente “empoderam” seus filhos e perdem as rédeas de situações que poderiam ser facilmente controladas. Quanto mais cedo os pais colocarem limites de forma afetiva e segura, menos problemas ocorrerão na adolescência, fase tão temida e conturbada onde os pais sentem-se muitas vezes impotentes, devido às contestações e questionamentos próprios e característicos da fase.
Quando os pais impõem limites a seu filho, estão ensinando-o a aceitar regras, tolerar frustrações e adiar satisfações, a se comportar na escola e na sociedade, despertando valores importantes, como respeito por si e pelo próximo. É importante que a criança aprenda a postergar, esperar e suportar um “não” eventual ou definitivo, pois só assim poderá conhecer seus direitos e exercer seus deveres.
Existem pais que consideram que dizer “não” para seu filho é um ato de desamor. Ledo engano, pois freqüentemente a própria criança de forma indireta, pede este “não” e na maioria das vezes significa: “Eu te amo. Você é importante para mim e por isso estou te dizendo “NÃO”.
Crianças precisam de regras claras, objetivas, coerentes, consistentes, colocadas com segurança e na hora certa, pois acredito ser esta a “receita básica” para que possamos colaborar para o desenvolvimento mental e emocional das crianças, que tanto necessitam de segurança, modelos, atenção e amor. Solange Matassoli

Consultório Equilíbrio Psi - www.equilibriopsi.com.br
Fonte: http://equilibrio-psi.blogspot.com.br/2012/09/crianca-com-limites-adulto-feliz.html